quinta-feira, 17 de março de 2016

Marcelo, depois de uma visita ao Papa, decidiu promulgar a lei da reposição dos feriados. era desnecessária a intervenção divina e a nó, saía-nos mais barato...obg marcelo!!!
a bolsa hoje caíu devido ao escorregão da banca. o impeto monetário já não é o que era!
a UE acena à Turquia com a promessa de entrada na nossa europa comunitária. a mesma turquia que viola sistematicamente os direitos humanos dos refugiados e dos seus próprios cidadãos.

No brasil, tem de se apontar esquemas a uns e outros - PT e procuradores - Por um lado, dilma recebe lula como ministro, um tipo altamente indiciado por corrupção - processo lavajato - por outro lado o juiz que é ativista politico e participante em manifestações anti-dilma. ao que isto chegou!!! as classes médias e altas têm tiques maniqueistas de "senhor dos escravos" e não perdoam o desaforo do torneiro-mecânico de ter sido presidente

quarta-feira, 16 de março de 2016

o que se passa no Brasil é no minimo indecoroso, para não dizer logo de caras vergonhoso! chegou-se ao limite admissível, onde o que se faz já não só não é correto, mas é feio e mau! lembrando as palavras do próprio lula da silva em 1989 : "no brasil é assim, quando pobre é corrupto vai preso, quando é rico vai ministro". mal sabia ele que este mote se aplicaria tão bem a ele!

terça-feira, 15 de março de 2016

o comissário moscovici, no meu entender, tal como os comissários da união, falaram demais, pois sem um problema realmente identificado e apresentado ( o problema dos 3 partidos só existia em teoria), começaram a disparatar e a pôr os mercados em alvoroço e grande em relação a Portugal e aos seus mercados e instituições financeiras. como homens com H grande, deveriam medir as palavras que proferem e não verbalizar a verborreia que lhes vai na cabeça! o mesmo se passa com assunção cristas! numa expressão infeliz, teve a infeliz ideia de dizer que o sistema de segurança social, tal como é hoje não é sustentável, incorrendo numa onda de alarmismo e de palermice pegadas! só mesmo de uma mariazinha que nunca fez nada na vida...DEUS DAI-ME PACIÊNCIA!!!

terça-feira, 1 de março de 2016

A campanha eleitoral nos EUA vai já avançada. no texas, dois concorrentes podem ver as suas candidaturas ir por água abaixo - marco rubio e bernie sanders - e hillary poderá ver a sua campanha por um canudo com o descolar de vez da campanha de trump, que representa as gentes que se vêm fora das esferas politicas e corruptas e o vêm como um rico que pode dizer aquilo que quer!
por cá o costa do castelo poderá reinar este ano, mas o que se passará em 2017? quando tivermos de aprovar o OE de 2017 e o BE e o PCP fizerem as birras do costume, o que vai ser do costa? será que continuará ater o seu sorriso amarelo? ou a falar assim de mansinho? ou mandará tudo às couves, como foi o caso do cherne do PSD e o pai dos subsidios do PS!!!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Há um momento na descida para a paralisia económica em que ao Estado já não basta cobrar impostos. A solução? Colocar empresas privadas a garantir o pagamento de benefícios sociais. Como a mentalidade da «verdadeira esquerda» (Bloco, PCP, actual PS) exclui o conceito de relação causa-efeito, fazê-lo não implica obrigar essas empresas a distribuir os custos da medida por todos os seus clientes ainda não suficientemente pobres para terem eles mesmos direito aos benefícios mas apenas diminuir-lhes o nível «obsceno» de lucros (é sabido: para a esquerda, uma empresa privada ou tem lucros obscenos ou gestão criminosa). Começa-se pela EDP, entidade fornecedora de um bem que muitos, consciente ou inconscientemente, acham que devia ser gratuito (ei, a electricidade é uma espécie de download, certo?) e que todos apreciam odiar. E abre-se caminho para ir mais longe. Para, sei lá, tornar obrigação do Continente, do Pingo Doce e do Lidl a distribuição mensal de cento e tal mil cabazes de compras; para tornar obrigação da Galp, da BP e da Repsol a oferta mensal do combustível correspondente a cento e tal mil depósitos; para tornar obrigação da McDonald's, da Pizza Hut e da H3 a entrega mensal de dez (ou talvez quinze) vezes cento e tal mil menus; para tornar obrigação da Fidelidade, da Tranquilidade e da Allianz a subscrição anual de cento e tal mil apólices de seguro; para tornar obrigação da MEO, da NOS e da Vodafone a disponibilização de cento e tal mil pacotes de telemóvel, televisão e internet (sem período de fidelização);
O Brexit é uma perspectiva de pesadelo que introduz incertezas económicas para o Reino Unido e que teria um impacto devastador na economia europeia. Fora da UE, o Reino Unido teria menos comércio externo, uma moeda mais fraca, uma praça financeira mais irrelevante, e seria uma potência mundial de segunda classe
Em caso de Brexit, a Escócia aproveitava para sair do Reino Unido e Londres teria de negociar uma rede de novos tratados comerciais com dezenas de países, dos quais beneficia por pertencer à UE. As complicações legais seriam assombrosas, por exemplo, para os dois milhões de britânicos que vivem em países da União Europeia e cujos interesses não podiam ser negociados caso a caso

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Lembram-se das opiniões que despontaram em Novembro como cogumelos? De repente a Dinamarca era apontada como modelo virtuoso a seguir. Motivo: ali vigora um governo liderado por um partido que não foi o mais votado nas legislativas e o "espírito de pacto" era então enaltecido e considerado fundamental para que um político como António Costa ascendesse ao poder por cá, embora sem ter recolhido sequer um terço dos votos expressos no escrutínio de 4 de Outubro.
Que esse modelo fomentasse o radicalismo identitário das forças minoritárias e desvirtuasse a regra número um da democracia - que manda confiar o exercício do poder aos mais votados e não aos que recolhem menos votos - era um pormenor de somenos para os arautos de tal tese, vigente apenas em quatro dos 28 Estados da União Europeia (os outros são a Bélgica, a Letónia e o Luxemburgo.) Que esse modelo assente essencialmente em coligações e não em gabinetes minoritários como aquele que se formou em Portugal era outro irrelevante detalhe.
Esta sinfonia de elogios à Dinamarca ocorreu há três meses - tempo que em política é uma eternidade. Hoje os mesmos que tanto enalteciam aquele país como fonte inspiradora são os primeiros a dirigir críticas ao Executivo de Copenhaga pelas suas leis de exclusão dos imigrantes ditadas pelo mais persecutório espírito xenófobo. De repente, já com Costa instalado em São Bento, a Dinamarca passou de virtuosa a viciosa. Na boca e na pena dos mesmos que tantos adjectivos derramaram em louvor do sistema político da monarquia nórdica.